O VIBRIÃO COLÉRICO DAS MULHERES - um blog de Rodrigo Cordeiro - UOL Blog

Se foi,

Mas já tinha cumprido até o aviso prévio,

Feito hora extra

E, mesmo assim

Nada evitou suas terriveis

Dores,

Muitas dores de cabeça!

 

Acabou todo o peso, seu andar

menos desgastado, fôlego de sobra,

E o alívio pra beber todas

Até de madrugada...

 

Agora uma única certeza,

A dor acaba e mais

Nenhum vício do mesmo remédio

Fim,

Lá se foi todo o tédio!

 




Faz tempo e eu sem sono,

Sem dor, sem culpa nenhuma

Não vejo mais teus olhos tempestivos,

Me censurando e...

Me empurrando pra baixo dos teus pés


Melhor assim,

Eu aqui, bebendo, e você

Perdendo tempo

Vendo os dias passando pela janela,

Tão escura,

Achando demais e perdendo a razão.

Me pedindo desculpa!!!


O problema nunca foi ela.

Aquela garota,

Só passou por aqui naquele dia de chuva

Com os olhos brilhando,

Me pedindo uma noite sincera.

Puta merda!


Nunca foi eu,

Sempre foi ela,

Nunca foi eu, sempre foi ela!

 

Por mim não preciso continuar mais essa tua vida

a que você escolheu pra ser minha

Só preciso continuar levando minha vida

Sem a tua paz!

Nem a minha!


Agora mais um trago barato, em outro

Dia, em outro bar qualquer, na chuva,

Sem teu medo nem tua culpa

Me escorando

Numa curva qualquer de balcão,

Escondida por trás de uma dose... um cigarro

Pra espantar os chatos, os fatos

De uma noite sórdida...

Você já não tá mais

Na minha órbita


Aí, assim não dá!

Hoje não,

Não,

Hoje não!

 

(Rodrigo Cordeiro/Rubens K)

 


Faz tempo que eu estou sem sono,

Sem dor e sem sentir nenhuma falta.

Não vejo mais aqueles olhos tempestivos,

Me censurando e...

Sempre a me jogar a culpa!?


Melhor assim,

Eu bebendo aqui e você aí,

Perdendo seu tempo.

Vendo os seus dias passando pela sua janela,

Tão escura ,

Achando demais e perdendo a razão.

Só me pedindo desculpa!!!


O problema nunca foi ela.

Aquela garota,

Só passou por aqui naquele dia de chuva

E mesmo assim...

Com os olhos brilhando,

Me pedindo uma noite sincera.

Puta merda!


Nunca foi eu,

Sempre foi ela,

Nunca foi eu, sempre foi ela!

 

Só preciso continuar levando a minha vida

Nessa paz!

Me deixa em paz!


Agora to afim de mais um trago barato, em outro

Dia qualquer de chuva,

Sem medo nem culpa.

Me escorando sempre

Numa curva qualquer de balcão,

Uma dose e um cigarro

Pra espantar os chatos, os fatos

De uma noite sórdida...

Você já não tá mais

Na minha órbita


Aí, assim não dá!

Hoje não,

Não,

Hoje não!






Ela me olhava
Como um cão pedindo osso
E eu queria apenas,
Apenas uma carne de pescoço

E nada mais, ou nada mais

Ela sempre assim
Com aquele papo pé no saco
Só a me lembrar
Daquele álbum de retrato

De uns anos atrás, e nada mais

Garota, vê se desencana
Eu não te quero mais aqui,
Na minha cama
Sai da minha cola
Porque hoje, hoje vou amanhecer
No bar das putas, no bar com as putas

Sai daqui vai procurar
Uma outra vida
Quero ficar aqui
Com outra dose de bebida
Não que eu queira você
Assim tão aflita
Me deixa aqui, vou continuar
Pelas ruas
Como em tempos atrás, e nada mais

E nada mais, ou nada mais
E nada mais, ou nada mais

 

 

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