Eu sei que é assim,
Nada que seja assim, eu sei... Que um arranhão e,
Outros passarão por mim, como num piscar
De olhos vazios, abruptos, e sedentos por carinho e,
eu sempre sozinho, sempre aqui para que...
Me abandonem de novo, me encham de lágrimas,
Esvaziem meu corpo, meu sofrimento, minha angústia...
Não tentem amparar a minha dor, ainda sofro, ainda tenho muita,
E tanta dor que nem mesmo sinto, nem mesmo me preocupo,
Nem ao mesmo penso nisso, preciso descansar, ouvir aquela música.
Penso eu que, isso é passageiro, derradeiro...
Um sopro que se perde no caminho
Em meio a chuva que escorre a caminho do esgoto,
Sujo como o sangue limpo dos inocentes
Na mão de porcos insanos, sem escrúpulo nem culpa,
Sem carinho, sem nada, nada que valha a pena...
Nada, apenas mais nada...
HOJE IMPERDÍVEL